domingo, 15 de dezembro de 2013

Missões e Tarefas

Todos nós nascemos com trabalhos (ou missões) específicos na vida, dentro de características e possibilidades internas pessoais, que alguns chamam de nosso raio principal de atividades.
         Enquanto não estamos bem conscientes disso, queremos, às vezes, ser aquilo que não é nossa vocação, ou que não nos satisfaz internamente. E, pior ainda, queremos que os outros façam o trabalho de crescimento que estamos fazendo, julgando que ele é o melhor ou o único que pode agradar a Deus e que nos leva a uma evolução humana/divina.
         Muitos fazem isso com a melhor das intenções e com resultados por vezes negativos, que lhes cria dificuldades futuras.  Quem é católico ortodoxo quer que todos os sejam; quem é espírita convicto pensa que este é o melhor caminho para todos, quem é crente não admite nada fora de sua igreja, etc. Esquecemos de que quem agrada ao Pai é quem ama a Deus e ao próximo. O amor cobre muitas faltas.
         A yoga diz que cada um deve trabalhar com aquele seu ponto de menor resistência interna, ou de maior aptidão externa. Sejam trabalhos altruístas de assistência social, sejam desdobramentos e passes de energia, seja o reequilíbrio físico e emocional, sejam estudos, ensinamentos ou devoções em prece, meditação e equilíbrio dos centros energéticos há sempre um caminho para o autoconhecimento.
         Há muitas formas de se ajudar, ajudando ao próximo. Uns têm a qualificação psíquica, outros a mental, outros a científica, a devocional ou a física, a expansão do amor e da consciência. Uma das vias, entretanto, pode não excluir as outras.
         Naturalmente, todos os campos de energia sempre se comunicam, mas uma aptidão sempre predomina, é aquela que define nossa melhor possibilidade de trabalho para o bem coletivo. O importante é buscarmos encontrar o divino em nós, a Luz crística e expandi-la sobre o mundo.
         Todos nós, temos os níveis básicos de energias físicas, emocionais e mentais para serem trabalhados. Geralmente somos colocados naquele melhor lugar onde podemos crescer, pela disciplina, pelo amor, pela vontade do Pai. Cada um percebe quando já esgotou uma etapa evolutiva e deve passar a outra. Assim, copiar literalmente os outros pode ser pular etapas ou regredir, embaraçar-se ou cristalizar-se.
         Precisamos acordar nosso coração e abrir nossa consciência para a receptividade e a irradiação do bem pessoal possível e coletivo, fazendo com que a humanidade emita mais luz e mais paz sobre a Terra.

Um comentário:

Daniel Amaral disse...

Parabéns, Célia Laborne por essa inspiração divina. Que Deus, a fonte única esteja sempre a te iluminar o caminho!